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Pensar. Falar. (Re)Agir!

Publicado em 01 de junho de 2020

Que o futuro é incerto, isso não é novidade, mas talvez o que você não saiba é: este futuro endêmico é ainda mais instável pelo fato das muitas paralisações, do elevado índice de desemprego, pela instabilidade política nacional, por medo, por não sabermos como pensar e falar sobre como seremos.

Aprendi nos últimos dias através de experiências empresariais e políticas que para mudar algo é preciso deixar de lutar contra o que já existe e que os “novos tempos” exigem de nós novos modelos, novas formas de pensar, de falar, de fazer, de se relacionar e construir.

Alguns limites atuais impedem nosso desenvolvimento enquanto empresários e comunicadores que somos, os limites na minha percepção são: redes organizacionais mais complexas que operacionais, modelos de gestão doentes e viciados, e empresas voltadas mais ao lucro e a sua individualidade do que ao todo, ao sistema de forma integral.

A grande maioria da gestão empresarial é desatualizada, defasada, e replicadora de “qualquer nova informação” para se gerar a falsa sensação de que “feito é melhor que perfeito”. Uma falácia, eu diria. Causa mais frustração e déficit financeiro do que resultados efetivos.

 

Mas e como falar de “Novo Mundo” se mal conseguimos resolver o “Velho Mundo”?

Agora, caro comunicador, a opção que nos foi imposta pelo invisível e letal Covid_19 é a migração do “velho” para o “novo”, das velhas formas de pensar e falar, para os novos modelos que comunicam, conectam, inspiram, poetizam, integram e transformam.

Um novo modelo mais forte e mais colaborativo que está surgindo de forma silenciosa nas organizações: pequenas, médias ou grandes empresas poderão construir riquezas a partir dos relacionamentos confiáveis pelo mercado digital; hospitais, centros de pesquisas em saúde e a indústria farmacêutica irão se tornar sistemas colaborativos em tempo real; na educação escolas e modelos de ensino irão ganhar velocidade e irão revolucionar a pedagogia; e nos outros segmentos, irão surgir muitas empresas que solucionarão as lacunas pela velocidade de mudança.

 

O que queremos, de fato, nesse tal de “novo mundo” que inspira mudança?

Espaços colaborativos, criativos e comunicativos para gerar pertencimento e novas riquezas. Há um desejo reprimido de termos um trabalho sonhado ainda nas escolas ou talvez nas universidades, um trabalho com significado e relevância, com história e paixão, com liberdade e propósito.

Laloux, F. em seu livro sobre a reinvenção das organizações ele diz: “Na vida de caos, o sistema derrota o indivíduo: quando um líder muda internamente, ele acaba não mais querendo jogar o jogo que foi convidado.” Isso nos mostra o caminho que não queríamos pensar e nem ver, mas que agora nos foi dada essa oportunidade de inovar a partir da nossa comunicação.

É preciso mudar a forma como pensamos e falamos sobre o que fazíamos porque o mundo está em completo movimento. O mundo busca pessoas e empresas poetas, isto é, capazes de inspirar, fidelizar e propagar uma mensagem a partir da sua própria essência dentro de um sistema integrativo.

 

Eu vejo Três grandes formas de mudança imediata hoje!

01 – O home office mudará a forma como produziremos e nos relacionaremos entre as equipes, entre nossos clientes e com o mundo.

A necessidade endêmica nos forçou a trabalhar remotamente, isto é, o empresário passou a controlar sua produtividade não mais pela quantidade de horas, mas pelo resultado, gerando assim, adaptações na cultura, na forma de pensar e produzir. Há relatos de uma possível diminuição de escritórios físicos, logo, teremos uma nova forma de comunicar e inspirar as equipes.

 

02 – O desenvolvimento da habilidade de Comunicação na construção de conteúdo para fidelização do cliente.

O chamado inbound marketing ou marketing de conteúdo é uma estratégia do neuromarketing para criação de conteúdo de atração e manutenção dos seus clientes. Muitas empresas já vinham usando essa ferramenta, mas as usavam do ponto de vista técnico, e agora, precisarão usá-la através da neurocomunicação, isto é, não é mais fazer mais do mesmo, é inovar com constância com vídeos que nos façam perder a noção de tempo, com palavras e imagens que emocionem, encantem e gerem conversão.

 

03 – Autogestão emocional e empresarial

É hora de sermos honestos com a nossa capacidade de desenvolvimento, de gestão, de crescimento e relacionamento. É preciso desenvolver habilidades que não mais cognitivas, mas emocionais para fazer a pergunta certa ao invés de ir buscar a reposta alheia. É saber cuidar, nutrir, envolver, engajar, emocionar, vender sonhos e ideias. É saber comunicar aquilo que está no coração.

 

Não importa o seu segmento, o seu tamanho, ou a forma como você fazia o que fazia. Tudo mudou não é mesmo? E eu não tenho culpa do que você e a sua empresa estão sofrendo agora, mas eu tenho a certeza que se você acreditar no que acabou de ler, você poderá reagir, adaptar-se e comunicar-se de uma forma já mais vista antes.

 

Pense, Fale e Reaja meu comunicador!

 

Fagny Fernandes
Neurocomunicação Empresarial e Política

 

Inspirado em:

CHUQUITO, M.A.L.INBOUND MARKETING PARA EL INCREMENTO DE VENTAS EN DISTRIBUIDORA INTRIAGO Y ASOCIADOS, SECTOR NORTE, GUAYAQUIL

LALOUX, F. REINVENTANDO AS ORGANIZAÇÕES.

 

Contatos:
@fagnyfernandes
fagnyfernandes.comunicar@gmail.com

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